Podcrastinadores.S05E25 – Blade Runner

Enfim estreou a aguardada continuação de um dos filmes mais importantes da história do cinema, Blade Runner 2049. O primeiro filme, lançado por aqui com o subtítulo de O Caçador de Androides, hoje é visto como uma referência da ficção científica, obrigatório para qualquer admirador da sétima arte.

Para conversarmos sobre os momentos mais marcantes dos dois filmes, dos três curtas, as referências com o livro Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, e principalmente analisarmos se Deckard é um replicante ou não, recebemos hoje Danilo Medeiros, o primeiro podcaster brasileiro, e Alexandre Luiz, crítico de cinema do podcast Cine Alerta.

E você, o que achou do novo filme? Melhor ou pior que o clássico? Ryan ou Ford? Sua primeira versão de Blade Runner foi a Final Cut? GG é um replicante? E o Rick Deckard? Não deixe de mandar suas opiniões pra gente!


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  • quero ver se vai ter mimimi sensacionalista de nichos sociais específicos nesse programa.

    • Não consegui nem entender o que você quer ver… UHUAHUAHUAH

      • Calma Tibério, eu te explico, eu frequentador deste podcast limpinho, nesta semana passada me deparei com diversos nichos sociais ultrabadernistas revolucionários detonando Blade Runner sobre a “Exploração da Mulher”, obviamente algumas delas tiveram a pachorra de reclamar do filme de 82 com 35 anos de atraso, não sei se foi por conta de a continuação sair agora ou pq antigamente elas “Sempre foram fãs” mas agora não são mais. Então eu queria ver se haveria ou não (obviamente torcendo para que não) houvesse esse tipo de reclamação na crítica. Parabéns, bom Cast e todo mundo é replicante naquela porra, ser replicante é a discussão de gênero daquele universo.

        • Aaaaaahhhh não explica… hahaha
          Obrigado pelo limpinho, tento tomar banho pelo menos dia sim, dia não.

          • eu ainda só tomo aos Sábados ouvindo o MDM então já sabe né, vcs são meu tratamento de libertação do vício das drogas

  • john frogman

    sobre a personagem joi.

    blade runner 2049 claramente se baseia na oposição natural x artificial, nascido x criado e como a memória influência e define a existência das pessoas, e replicantes, em meio a isso tudo para construir sua narrativa.

    portanto, eu achei a personagem joi muito interessante. pois, através dela, o filme propoe a discussão sobre: o q amamos em uma pessoa? seu corpo, sua essência ou a combinação dos dois?

    no filme de 82 o deckard ama a rachel, um ser cujo corpo é artificial, fabricado, assim como sua essência (baseada nas memórias da sobrinha do Tyrell). Contudo, a rachel ainda mantinha um senso de individualidade, mesmo que cerceada, ela ainda se sentia uma pessoa e procurava saber quem era.

    o relacionamento do k com a joi em 2049 é o próximo passo no desenvolvimento da artificialidade virtual do amor, onde o corpo físico não existe e, além disso, sua essência é totalmente programada para perder a individualidade. afinal, ela é um produto feito para amar quem a comprou.

    desse modo, para mim, o ponto mais interessante do arco da joi é a cena em que ela usa o corpo de outra personagem (her manda um abraço) para nos dizer que, pelo fato do K possuir um corpo físico, ela também precisa de um, pois somente promovendo a junção do corpo com a essência, o seu amor por ele pode ser consumado por completo.

    Mas, como disse antes, um amor que foi programado, sem individualidade, portanto, não expontâneo, é amor ou apenas linhas de um código sendo executadas?

    Foi isso que eu me perguntei na cena da morte da joi quando suas últimas palavras para o K foram: “eu te amo.”

    • silas.

      Gostei muito do seu comentário.

      Aliás, o trecho “é amor ou apenas linhas de um código sendo executadas?” me fez pensar sobre os tantos pontos de vista acerca de relacionamentos. Enquanto alguns falam de bioquímica, por exemplo, outros falam de destino ou coisas do tipo…

      No filme Blade Runner 2049, Joi chega a comentar rapidamente sobre sistema binário, comparando com adenina (A), timina (T), guanina (G) e citosina (C).

      • john frogman

        muito obrigado.
        vdd.
        ela fez essa comparação em um momento crucial da trama, onde o k começa a achar q ele pode ser humano, aprofundando ainda mais a discussão sobre a programação de sentimentos, no caso dele, por meio de memórias implantadas.

  • Nerd Supremo 14.0 supremo vive

    se não tem mdm, vamos nos bandear pra outras bandas

  • Nachinho

    Bom dia.
    #FreeCaruso

  • Elieverson Santos

    Olá amigos, estou muito contente por terem feito este episódio, ainda mais com dois convidados mais que gabaritados. Vou deixar aqui uma singela contribuição para quem quer ver os dois curtas em live action legendados;
    2036: Despontar do Nexus
    https://www.facebook.com/BladeRunnerFilme/videos/327810304291163/

    2048: Sem Escapatória
    https://www.facebook.com/BladeRunnerFilme/videos/331875183884675/

    Um forte abraço à todos e parabéns pelo excelente trabalho realizado no Podcrastinadores!

  • Lou Bloom

    Os origâmis não são geniais, eles são a maior imbecilidade do filme. A confirmação do Deckard ser um replicante estraga tudo que veio antes, além de criar uma porrada de furos de roteiro

    • Presidente Exumador

      Mas o próprio diretor já tinha confirmado q ele é um replicante, pq a mágoa?

      • O roteirista e o ator falaram que não é… o ROTEIRISTA!!!

        • Presidente Exumador

          O Ridley Scott disse q o Deckard é replicante… o RIDLEY SCOTT…

          obs. antes q achem q estou sendo agressivo com vc, NÃO ESTOU SENDO AGRESSIVO…

          • Sr. Presidente, desculpe, mas o senhor está COMPLETAMENTE EQUIVOCADO!!

            rs…

          • Presidente Exumador

            hahahhahaha

          • Já falei, Ser Replicante naquele cenário é discussão de Gênero apenas, então quem quiser ser Replicante que seja e viva feliz.

          • Presidente Exumador

            Okey. Você tem o direito de estar errado.

          • eu nunca estou errado, eu sou o Bátema

        • Lou Bloom

          Esse é exatamente meu problema com o filme (pelo menos o Corte Final, que é o que assisti). O Ridley Scott atropelou ambos e decidiu colocar a cena do unicórnio, que é uma confirmação de que ele é um replicante.

          • Eu ainda acho que não confirma… na verdade, antes do final cut, não tinha essa discussão, isso só veio com o final cut e a cena do unicórnio.

            E eu ainda acho que, toda vez que o Scottinho (já tô íntimo) fala que ele é um replicante, ele dá uma risada depois, repara só nos vídeos. Esse FDP ainda tá brincando com nossa cara! hehehe

    • Guto Dal Porto

      Entendo seu ponto de vista, mas discordo. O fato do Deckard ser um replicante cria um dilema (óbvio, mas mesmo assim interessante) que é o de se colocar um ser da mesma espécie para caçar seus iguais. E outra, o Deckard só se torna “humano” quando “descobre” e aceita sua natureza.

  • Guto Dal Porto

    Com relação ao fato do Deckard ser ou não um replicante, para mim na versão Final Cut fica claro que o personagem é realmente um replicante. Durante todo o filme o diretor vai colocando várias pistas que ele é um replicante: a sua obsessão por fotos, o fato de que todos os replicantes terem seus olhos filmados mostrando sua iris e pupilas dilatadas e com brilho intenso, o que também ocorre com o personagem do Deckard, e principalmente a questão do sonho com o unicórnio, pois o personagem do Edward James Olmos só teria como saber do sonho sendo este sonho uma memória implantada. Fora estas existem evidências mais fracas, tipo, no começo do filme o personagem do Deckard é “catado” na rua pelo Gaff e ele nos explica que ele estava aposentado; durante todo o filme o Deckard apanha muito e seus ferimentos são relativamente leves; a Rachael pergunta para o Deckard já fez o teste Voight-Kampff e o Gaff também insinua isso; os outros dois origamis que o Gaff faz representam “emoções” que o Deckard eventualmente está sentindo no momento : uma galinha (quando ele é confrontado pelo chefe de policia) e um bonequinho de palito de fosforo tendo um ereção, mostrando a atração do Deckard pela Rachael. Enfim, está é a minha opinião, e parabéns pelo trabalho e continuem assim.

    • john frogman

      só li verdades no seu comentário.
      pra mim tbm a final cut de 2007 resolve o mistério de uma vez por todas. mas entendo quem ainda gosta de pensar q o deckard é humano.

    • Mas os origamis identificarem o que o Deckard está sentindo no momento não quer dizer que ele é um replicante, mas sim que o Gaff sabe o que está na cabeça dele. Em nenhum momento sabemos que um blade runner consegue ler a mente de um replicante? Então…

      Sobre o unicórnio, o policial deveria ter que saber exatamente qual a memória tinha sido implantada no Deckard para saber que ele sonhou com unicórnio… então ele saberia qual a memória de cada replicante? O unicórnio não poderia ser uma referência a Rachel ser “única”? não poderia ser coincidência já que ele cria um monte de origami e chegou na hora de fazer um diferente?

      Sobre o olho, cara, uma fotograma de cena que ele passa na frente de um spot de luz, duvido que aquilo foi proposital, isso foi visto só depois por alguém que ficou dando pause no filme.

      Não existe nenhuma prova ou fato para nenhum lado, o legal é isso, “ache o que achar”!

      Tudo o Ridley brincando com sua cabeça… até o nome do cara é quase Riddler! hehehe

      Valeu Guto

      • Guto Dal Porto

        Tibério, sabe que a questão do olho realmente foi acidental durante as filmagens, pois a equipe ficava com os spots de luz para forçar o brilho nos olhos dos replicantes e dos animais roboticos e o Harisson Ford passou na frente da luz no momento errado. Mas o Ridley Scott deixou esta cena deliberadamente no filme, deixando mais um indicativo da visão dele sobre o personagem do Deckard.

        Adoro estas discussões sobre Blade Runner (possivelmente meu filme preferido, se é que isto é possível) e no meu ponto de vista o fato do Deckard ser um replicante não enfraquece a obra, como algumas pessoas apontam. Na verdade acho até que engrandece o personagem, pois ele começa o filme como a maioria dos humanos: frio e desprovido de sentimentos e no final quando ele eventualmente começa a se dar conta da sua natureza ele acaba se deixando levar pelos seus sentimentos, tornando-se assim mais “humano”. Valeu!

        • Falou bem!
          Inclusive, o mesmo acontece com o K, mas esse a gente tem certeza que é replicante.

          Na verdade, eu não me importo se ele é replicante ou não, não acho que eu tenha que decidir isso, só sou o cara do contra mesmo quando alguém tem opinião disso como fato, seja achando que ele é humano ou não, sendo que o fato não existe. UahUAHUAhAUh Tipo, eu sou o babaca!

          O que falei no podcast vale, pra mim a principal questão de Blade Runner é mostrar que somos menos “humanos” do que aqueles que caçamos.

          O @johnfrogman:disqus falou uma parada bem maneira antes sobre a relação humano/replicante/joi bem legal também.

          Novamente, obrigado Guto pelos seus comentários, muito legal expandir o papo pra fora do podcast.

      • Cypher

        Sobre os origamis, eles não querem dizer necessariamente que o Gaff “lê a mente” do Deckard, somente que todos os origamis conversam com o sentimento dele na cena. Quando ele é confrontado pelo capitão, quando se sente atraído pela Rachael, não só quem tá assistindo, mas também os personagens sacam o que tá rolando ali, o Gaff só vai lá e dá uma provocada. O unicórnio é o único que não tem relação com nada específico, logo…

        Sobre as memórias implantadas, é claro que o Gaff poderia saber do sonho do unicórnio. O próprio Deckard conhece com detalhes as memórias da Rachael. Pra mim a Final Cut reforça bem a coisa do cara ser replicante.

        Mas como já disse o próprio Hampton Fancher: “O importante não é resposta, mas sim a pergunta.”

        Abraços.

        • “O unicórnio é o único que não tem relação com nada específico, logo…” qualquer um pode inventar o que quiser.
          hehehe

          Agora, esse negócio de “o importante é a pergunta” não é do Eu, Robô?

          • Cypher

            É bem explícito que unicórnio TEM relação com o sonho, agora se a pessoa quiser inventar qualquer outro significado maluco não tem problema também.

            Não li Eu, Robô, mas quando o roteirista foi perguntado sobre essa questão do ser replicante ou não, ele soltou essa frase aí.

  • Vale dizer que uma grande diferença entre o livro e os filmes é que os replicantes, no filme, são organismos sintéticos. Aparentemente são de carne e osso artificiais. Já no livro, os replicantes são androides, robôs, o que justifica o título do livro.

    • Faz sentido, mas nem acho que o título do livro seja por isso não, acho que comercialmente androide era um nome conhecido e não havia uma melhor maneira de chamar os replicantes, sendo eles feitas de partes mecânicas ou material sintético similar aos órgãos humanos.

  • Esse foi o melhor podcast que escutei sobre Blade Runner ( sempre achei o título massa mas não tem referência alguma com o filme kkkk) com vários esclarecimentos relevantes, o podcast que chegou perto desse foi o Formiga Cast. Uma dúvida. Se o Deckard é um replicante ele não deveria ter continuado jovem? ou ter morrido dentro do seu tempo de vida útil como fala o Tyrel ao Roy antes de morrer?

    • Pois é, deveria. Bem como ser super forte. OUSSEJE: NÃO É REPLICANTE!!!
      Vou fazer piquete na porta dos podcrastinadores!

    • Eu acho que os novos modelos Nexus 8, pelo menos, envelhecem normalmente. De qualquer forma eles não dizem em nenhum momento se o corpo deles envelhecem com o tempo.

      A linha que defende que ele é replicante diz que o modelo dele e da Rachel seriam superiores ao Nexus 6, que tinham a vida mais curta propositalmente. O que sabemos que isso é verdade para os Nexus 8 que são os existentes em 2049.

  • caruso, aqui ta tendo vaga para comentarista?
    com o mdm fechado precisamos de um novo lar.
    quer dizer, fomos bem recebinos na basilica dos leitores, mas é bom ter mais um lugar pra comentar

    • Se vocês se comportarem aqui, tipo uma clínica de reabilitação, eu posso tentar convencer a galera do MdM a reabrir a área de comentários de lá! Só não garanto que eu consiga convencer o Hell de alguma coisa…….!!! rs

      • nós somos do bem caruso, não acredite nas mentiras do hell

        • Darth Paul Poor Traaais

          Rapaz, só tenho isso pra dizer pra todos que quiserem tornar essa área de comentários uma zona sem lei: vão se arrepender. Aqui, ao contrário do MdM, as coisas são muito mais rígidas. Tanto que nós nem veremos os comentários escrotos, eles serão retirados instantaneamente. #fikdik.
          MdM é MdM. Podcrastinadores é Podcrastinadores. Ainda bem!

  • Gustavo Soares

    Também acho que Deckard é replicante. Os origamis (sempre representando o estado de espírito: galinha, homem de pau duro, unicórnio (esse mata a questão, como saberia do sonho dele?) e agora ovelha); o olho brilha (por um segundo, mas brilha!); troca porrada com todos replicantes; o Gaff fala “you’ve done a man’s job” no fim do primeiro filme; os replicantes já o conhecem (sabem o nome dele e a da cobra sacou de cara que ele tava mentindo); no segundo filme o K atravessa uma parede dando porrada nele (se fosse um humano ia virar uma pasta na parede); e o principal: no primeiro filme é ele na foto com a replicante! Veja a posição do homem na foto e a posição dele olhando a foto. E o homem na foto está comendo algo de hashi e com jornal, exatamente como o Deckard na primeira cena dele (sendo que nesta o homem do restaurante já chama ele assim que vaga um lugar, como se ele fosse um cliente habitual).

  • nunca entendi foi o motivo dos replicantes terem um limite pequeno de “vida” seria o mesmo que
    – olha, esta aqui a nova ferrari, motor super potente, economico, vai de 0 a 100 em menos de 3,5 segundo, só tem uma coisa, em 6 anos ele morre, não funciona mais.
    aliás, vi esse filme na epoca do lançamento, nem sei se tem isso mesmo, pode ser uma memoria falsa minha

    • Quando eles aumentaram a vida útil dos replicantes deu ruim… hahaha

      Acredito que seja por causa da inteligencia artificial dada a eles. Se tem uma vida curta, só você parar de fabricar que “amanhã” eles estão extintos sem muito trabalho. Outra coisa que lembro vagamente é o Tyrell explicando no primeiro filme que só os modelos Nexus 6 teriam essa vida curta, mas por questão de não saberem mesmo como expandi-la, que qualquer tentativa de mudar isso resultava na morte do replicante.

      Se alguém viu o filme novamente e lembrar dessa parte… ajuda aí!

      Valeu Nerd!

      • pior qeu ja em uns 3 anos que tenho o blu ray e nunca revi.
        na epoca era riiicaaaaaaaa, e comprava meio mundo de filmes pra depois ver.
        lembro que quando aluguei akira, achei muito parecido o “clima” das cidades com blade hunner.

      • Eu vi! O papo era de que mais tempo que isso, eles começariam a desenvolver sentimentos humanos, aí ia começar a dar ruim.
        Seria o mesmo que a sua Ferrari depois de 4 anos virar pra você e falar “jura?? Você quer andar de carro DE NOVO?? E quem é essa aí? Já é uma mulher diferente de ontem? Ai eu não vou não, me desculpa, mas eu prefiro ficar na garagem, com licença…”

  • Pronto, ja arrumei aqui as coisas, cabei de lavar as louças, arrumei a sala, pra quando a dona encrenca chegar não ficar reclamando.
    Bem, agora vou ouvir o pod, depois de anos e anos, vou ouvir o primeiro podcast que não seja do mdm (RIH)

    • Pô, vai fazendo essa paradas e deixa o podcast tocando enquanto isso. Assim a gente te faz companhia enquanto tá arrumando as coisas!

      • no geral faço isso, mas estava ouvindo a boa e velha musica pop nacional dos anos 80

  • falaram no começo sobre um email que falaram sobre de volta para o futuro.
    Caruso, tem uma coisa que eu até hoje não entendo, e olha que vi no cinema e era um nerdzinho adolescente.
    quando Biff tunner volta no tempo para levar o livro para sua versão jovem, ele então retorna e deixa o carro aonde achou. só que tem uma coisa, ele ao voltar no tempo, não deveria ter voltado para aquela realidade, mas sim para a realidade aonde sua versão jovem virou milionario

    • Opa, isso sempre me intrigou também, mas depois fui tentando entender e no universo do De Volta para o Futuro, a linha temporal não é mudada instantaneamente. Tipo, o Marty fica um filme inteiro com a foto desaparecendo, por exemplo.

      Com isso em mente, quando o Biff volta pro seu tempo com o Delorean, aquela realidade ainda não desapareceu completamente. Se liga que ele sai do carro meio cambaleando que chega a quebrar a bengala no carro! Isso pq ele estava desaparecendo! Ele e aquela realidade estavam sendo mudada lentamente. O Doc e Marty não sentiram pq eles não são dali. Inclusive tem uma cena excluída que mostra o Biff sumindo e explicaria melhor isso, mas foi tirada.

      Fato é que a regra de viagem no tempo do filme não é lá grande coisa e serve pra eles quando importa. Apesar disso, uma das melhores sagas da minha vida.

      • ummmm entendi, tipo, se o velho tivesse ficado um tempo no passado, tambem desapareceria, como ele só entregou o livro e se mandou, ainda deu pra pegar o”onibus” da linha cronologica dele

        • Acredito que seria isso mesmo.

  • taí, ouvi o pod e fui positivamente surpreendido

    • GG

      Obrigado, meu caro! o/o

  • Strider_Tag

    Algumas observações :
    -o nome do “saxofonista musculoso besuntado de oleo”, que aparece em Garotos Perdidos (e no clipe de “we don’t need abother hero” da Tina Turner) é Tim Cappello. Na época que ele apareceu em Garotos Perdidos, ele tava se recuperando de um vicio de drogas. E ele continua em forma até hoje.
    -O Dave Bautista apareceu na WWE (ex-WWF), aquela organização de luta livre.

    • Lembro que a gente falou alguma coisa do Dave Bautista, mas se não foi isso, a culpa é do Helvécio! UAHuAHUAH

      Valeu pelas infos extras Strider!

  • Adriano de Oliveira Ferreira

    Agradeço a vocês por este podcast com 3 palavras!
    “- VOCÊS SÃO FODAS!!!!”

  • 1 gIGA

    Nem ouvi esse episódio acima porque ainda não vi o filme.

    Entrei só para dizer que o Podcrastinadores é o melhor podcast sobre cultura pop mundo .Quiça do Brasil.

    E sabe porque? Porque além dos participantes de garbo e elegância o Podcrastinadores mesmo depois de não sei quantos episódios ainda mantem o mesmo conceito do início( Falar sobre filmes e séries de TV).

    Tem muito podcast que começa legal divertido, mas depois de um tempo o pessoal muda completamente e começa a falar de tudo menos o que tornou o podcast bom no começo.
    Ai os caras saem do assunto que dominam para dar opinião sobre qualquer coisa e fica uma m*.

    • Obrigado pelas palavras 1g!
      Se tem algo que nos mantém pilhados a continuar o trabalho são esses comentários! Tipo o do @adrianodeoliveiraferreira:disqus que foi mais sucinto, mas tem peso também. hehehe

      Abraços.

  • Darth Paul Poor Traaais

    Um dos filmes que me ajudou a definir o que é cyber-punk, junto com AKIRA e Ghost in the Shell.
    A continuação, Blade Runner 2049, trabalha justamente com a “polêmica” do é ou não replicante.
    Pra mim uma das melhores respostas é “e isso importa?”. Deckard, Rachel e etc se tornaram icônicos justamente por trabalharem a questão “humanidade” como Asimov faz tão bem com seus contos sobre robôs.
    Enfim, assisti a continuação sem expectativa mas apreensivo, de tanto ver essas tentativas de trazer os sucessos dos anos 80/90 destruírem com o conceito já estabelecido (Alien… Total Recall… Terminator…). Saí satisfeito com o resultado final. Só espero que agora deixem a obra em paz. Ela merece.

    • Pra mim uma das melhores respostas é “e isso importa?”.

      THAT!!!