Podcrastinadores.S03E16 – A saga Exterminador do Futuro

Chegou a hora de repassar toda a franquia Exterminador do Futuro, desde o filme original de 1984 até este último lançado este ano: Exterminador do Futuro: Gênesis. E não, não esquecemos da série de TV, embora talvez devêssemos. 😛

Vamos relembrar tudo o que aconteceu de melhor e pior na história dos heróis JohnSarah Connor  e de seu guarda costa particular, o exterminador T-800, interpretado por Arnold Schwarzenegger, que recentemente esteve no Rio para o divulgação do filme.

E o vencedor do kit-cinema da Editora Aleph é Cristiano Lagame, que vai levar pra casa o super kit com o livro Kenobi, de John Jackson Miller, o livro As Fontes do Paraíso, de Arthur C. Clark, o bloco de anotações 2001 – Uma Odisseia no Espaço,  a introdução exclusiva de William Gibson à edição brasileira de 30 anos de Neuromancer, uma garrafa  especial com um manuscrito do Planeta dos Macacos, e tudo em uma ecobag também do Planeta dos Macacos. Obrigado a todos pela participação!

Participam neste episódio: Gustavo Guimarães, Helvecio Parente, Tibério Velasquez, Carlos VoltorDoug Moraes.

Não deixe de ouvir e comentar!

Links relacionados a este episódio:

– Podcrastinadores sobre Viagem no TempoRobôs

Hot Toys do T-800 do filme Exterminador do Futuro 2

Prévia da função Maximum Movie Mode do Blu-ray de Terminator: Salvation

Paródia da MadTV onde o Exterminador é mandado de volta no tempo para proteger Jesus.

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  • Cristiano Lagame

    Tô muito feliz! Obrigado gente!!!

    Vou ouvir o podcast ainda, mas já baixei! 🙂

  • Bianca Ribeiro

    Aeee Parabéns!!!

  • Carla Gois

    Excelente episódio! Adorei os erros de roteiro que vocês acharam!
    Mas Helvecio, o sotaque do Arnold não é alemão, é austríaco! 😉

    • helvecioparente

      Carla, você tá certa, o sotaque é austríaco.
      Mas… Na Áustria se fala alemão, e o Schwarzza, na coletiva, falou “german accent”.
      😉

      • Rodrigo “Rod” Montaleao

        Get to the Choppa!

      • Carla Gois

        Tá certo. 🙂
        Vem cá, quantas versões da música do exterminador vocês tem? o.O

        • helvecioparente

          Temos muito mais. Achei uma versão soft jazz, mas o GG achou que era “elevador” demais pra fechar o podcast (é, concordo com ele, é “elevador” demais, mas era uma versão divertida…)

          • Carla Gois

            Rsrsrs! Nada a ver mesmo, mas eu fiquei curiosa com essa versão elevador. Não quer compartilhá-la aqui com a gente? 🙂

  • DD

    Eu assisti o filme e pensei, tomara que os Podcrastinadores falem algo sobre a saga ou só desse filme…
    Eis que fico fim de semana em abstinência de internet, hoje chego ao meu local de trabalho e me deparo com esse cast… vou começar a pensar em mais casts que vcs devem fazer!!! 😀
    #partiuouvirpodcrastinadores

    • GG

      Sugestões serão sempre bem vindas! 🙂

      • Isso DD, faz o que o GG falou, pensa, vem aqui e escreve pra gente.

        P.S.: Vou mudar meu nick para TT.

  • Marcelo Araujo

    Excelente episódio!
    Vale acrescentar que na edição especial do primeiro filme, tem duas cenas deletadas que serviriam de plot para Terminator 2. Em uma delas, Sarah dá a ideia de destruir a Cyberdyne, mas Reese a descarta por causa da sua missão. Na outra – no final, mostra funcionários da Cyberdyne encontrando os restos do Exterminador esmagado na prensa.
    Em tempo: o T800 modelo 101 é o que tem a cara do Schwarzenegger; o modelo 102 tem outro rosto.

    • Então quer dizer que o T-800 ter voltado no tempo é o que fez ele existir? Então temos 2 paradoxos aí, o do Connor e o do T-800… O Connor não existiria se o Reese não voltasse no tempo e o modelo T-800 não existiria se o modelo 101 não voltasse no tempo. Isso mesmo?

  • Sérgio Karen Belintani

    Sobre a série de TV. Vou discordar de quem disse que não vale a pena assistir. Primeiro porque sempre vale a pena ter sua própria opinião sobre algo, certo? então, não é legal esta colocação. Segundo ponto: a série teve alguma enrolação, alguns erros, mas abordou a mitologia de um prima muito interessante e diferente dos filmes até então. E aqui falo de spoilers para quem não assistiu o seriado até o fim. Então se não quiser saber da grande sacada que foi uma boa reviravolta, pare de ler.

    Voltando: a série incluiu a criação de uma inteligência artificial que seria opositora da Skynet no futuro, o John Henry. IA esta que foi criada com noções de moral e ética e influenciada pela convivência com uma criança. Exatamente estas noções o fariam diferente da Skynet porque a Skynet por si não é má, ela é uma inteligência sem moral que enxerga no ser humano uma ameaça e quer exterminá-la. E a humanidade, na verdade, é uma ameaça: para si própria, para as outras espécies e para o planeta. Tanto que fica claro que no futuro alguns humanos estavam trabalhando para a Skynet traindo seus semelhantes. Ou seja, o próprio ser humano sem moral e ética é muito parecido com a Skynet. Esta reflexão reduz o tom maniqueísta dos filmes e torna o conflito bem mais interessante, na minha visão.
    Também teve um bom aprofundamento psicológico dos personagens, entre outros aspectos positivos.
    Enfim, acho que vale a pena! Nem que seja para tirar suas próprias conclusões, não? …

    • GG

      Salve, Sergio! Claro, cada um precisa ter sua própria opinião. Mas se você ouvir de novo, vai ver que a mensagem do podcast não foi “Não veja”, mas sim “Veja o piloto”. A partir daí a pessoa decide por si mesma se continua ou não, certo? 🙂
      Claro que, pela nossa opinião – e o podcast é opinativo, seria muito chato se não fosse – concordamos ali que o restante não compensou as horas investidas com o retorno de divertimento. Mas, como você disse, cada um precisa ter sua própria opinião. 😉
      abraço!

      • helvecioparente

        De repente a série Sarah Connor Chronicles tinha que ter uma edição especial, de duas horas, só com as coisas boas, sem enrolações, que nem a gente sugeriu quando falou de Caprica. Algum grupo de fãs podia providenciar essas edições, né?

  • Eduardo Starling

    Bem bom esse pod (ouvi mesmo sem ver o genisys, sem neuras de spoilers). Em relação aquela discussão ‘o que pode mudar e o que não pode mudar’ nas viagens do tempo, quem vê Doctor Who tira essas questões de letra (“some points are fixed in time, and cannot be changed”) 😀

    • Verdade Edu, cada universo tem sua forma de contar a viagem no tempo e a “solução” de Dr. Who é simples e eficaz: “some points are fixed in time, and cannot be changed”
      Abraço.

  • Elieverson Santos

    Olá meus queridos amigos podcrastinadores. O corre corre dos afazeres está me consumindo cada vez mais, mas ele não me impedirá de deixar aqui registrado o meu elogio pelo último episódio sobre o Terminator. Não tenho o que acrescentar pois vocês já foram bastante completos em informação. Deixo apenas minha humilde e despretensiosa opinião. Tenho os dois primeiros filmes como obras primas do cinema, respeitando claro a transposição para sua época ( é desonesto analisar com os olhos de hoje). Depois de ver o último filme lançado eu chego a considerar o 3° mais coerente com a proposta da franquia, mas ainda reconhecendo suas falhas. Em minha opinião também, acho que a proposta do que seria uma possível nova franquia iniciada pelo ” Salvation”, seria interessante para mostrar uma resolução bem encaixada com as ações resultantes das viagens temporais.
    Mostrar o John salvando a humanidade do domínio das máquinas concretamente, seria um final bem satisfatório pra mim e daria paz ao meu lado cinéfilo que está cansado de ver a franquia amargar fracassos atrás de fracassos. Com relação ao mais novo fraca… filme, eu fui com muita vontade de gostar, mas depois de 35 min eu já não aguentava mais ver o rumo que a história estava tomando. Me incomodou o fato de ao final eu ficar com a mesma sensação que fiquei quando acabou Prometheus, achei que veria algo do cânone que acrescentasse a obra, mas o que me deram foi mais informação desnecessária que só fez complicar ainda mais a trama.
    Por fim, o único saldo positivo e que acho relevante citar foi o divertidíssimo episódio que vocês nos trouxeram. Sem falar nos convidados que também arrasaram na participação. No mais, eu deixo aqui meu muito obrigado pelo trabalho de vocês e um grande abraço a todos e eu vou voltar, vocês sabem que eu sempre volto. Hasta la vista, Podcrastinadores!

    • Grande Elieverson!
      Primeiramente, muito obrigado pelos seus elogios!
      Segundo que concordo com você em gênero, número e grau! Inclusive, assino embaixo quando diz que podíamos ter uma ótima trilogia a partir de Salvation e conhecermos como tudo se desdobrou no futuro que seria bem melhor que o que possa surgir desde último filme.

      Só para acrescentar, esse filme foi tão mal das pernas que estão considerando seriamente a não levar adiante essa história de trilogia… vê o nível!

      Abração!