Podcrastinadores S02E13 – Clássicos da Disney

No décimo terceiro episódio da segunda temporada dos Podcrastinadores vamos bater um papo sobre a maior empresa de entretenimento do Mundo: a Disney! Do seu fundador até as mais novas princesas de Frozen, passando pelos Live Actions, analisamos tudo o que mudou de 1937 até hoje.

Relembre os maiores sucessos e descubra curiosidades sobre MickeyBranca de Neve, Cinderela, MulanPateta, Zé Carioca, a “nova” Malévola e mais um monte de filmes e personagens que todos adoramos.

Com Gustavo GuimarãesHelvécio Parente, Roberta Manaa, Rodrigo MontaleãoTibério Velasquez e a convidada Aline Hermann.

Comentado no podcast: a compilação da dublagem da musica principal de Frozen pelo mundo. O Brasil não está na lista. Você acha que é por que não estamos no mesmo nível?

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  • Raffaella

    Olá, Podcrastinadores! Sou muito fã do trabalho de vocês, mas não tenho o costume de comentar. Sobre a parte do filme “Alô, Amigos”, ele tem sim um contexto bélico! Após o Eixo negar empréstimos a Vargas (que sempre foi fã do fascismo), os Estados Unidos viu a chance de finalmente fazer o Brasil, até o momento imparcial, escolher um lado. A vinda de Walt Disney e Carmen Miranda ao nosso país foi uma propaganda dessa união necessária, mas não desejada por GV. Para se ter uma ideia de como o presidente era de extrema direita, os soldados americanos tiveram medo de fogo amigo, pela semelhança dos uniformes brasileiros com os alemães. Palavras não minhas, mas sim de uma professora de história!
    Enfim, achei essa curiosidade boa demais para não compartilhar. Ótimo programa, como sempre 🙂

    • Obrigado Raffaella pela informação. Sempre legal ter a participação de outras pessoas nos assuntos abordados, ainda mais adicionando mais informação! Um abraço e valeu pela audiência. 😉

  • Danilo Aquino

    Fala galera!! Eu sou um grande fã de Podcasts e sempre gosto de caçar novos, ou novos pra mim, para ouvir, e descobri o de vocês a pouco tempo e já amei. Adorei o formato de vocês de fazer um tema diferente por edição. É sempre bom ouvir sobre assuntos diferentes e aprender coisas novas ou escutar pessoas tendo opiniões iguais e diferentes às suas. Sobre o podcast da disney, acho que faltou vocês falarem dos desenhos que viraram series animadas, que foi muito feito entre a década de 90 e 2005 +/-, como Timão e Pumba, Hércules, A Pequena Sereia, Aladin, 101 Dálmatas e infinitos outros que amávamos ver na TV CRUJ (que por sinal merecia um podcast só deles). Parabens pelo podcast de vocês. Pode ter certeza que vocês conquistaram um novo ouvinte. Abraços.

    • Obrigado pelos elogios Danilo. Espero que goste dos próximos episódios e que esteja sempre conosco nos próximos podcasts. Abraço.

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  • Paula

    Estou aqui desenterrando porque acho que dá pra contribuir com algumas informações! Adorei os temas abordados e tal. Mas sou uma nerd de animação e consigo ser muito entusiasmada com isso.

    Em várias versões Multi-Language das músicas da Disney o português de Portugual sempre substituiu o português do Brasil; uma das poucas exceções foi uma versão multi-language de A Pequena Sereia que foi fenomenal, “Part of Your World”, “Colors of the Wind” da Pocahontas e “A Whole New World”, de Aladdin. Acho que isso se deve porque as pessoas não têm a consciência de que seja diferente o idioma, como é o Espanhol Latino e o Espanhol Europeu. Da mesma forma que não falam da versão australiana, canadense ou sul-africana quando dizem “english version”, mesmo tendo diferenças de sotaque gritantes e até gramaticais.

    Mas até então isso foi tudo fan made mesmo, porque uma produção dessas nunca foi feita para outras animações, já que nenhuma música da Disney viralizou tanto assim como Let it Go – com exceção a música A Whole New World de Aladdin; que ainda assim nunca teve uma superprodução dessas. O mais próximo de uma superprodução foi um behind the mic de Pocahontas no VHS original, que vinha um clipe musical da cantora com o Alexandre Pires que, na minha opinião, ficou sensacional. =)

    Na minha opinião a versão brasileira de Let it Go é bacaninha, mas não tem tanto impacto. Acho que vai demorar para termos cantoras fenomenais como as que cantaram os temas clássicos da Cinderella, Branca de Neve, Pocahontas e Pequena Sereia.

    Os contos originais dos irmãos Grimm serviam exatamente para doutrinar as crianças. Porque na época não existia tanta comoção quanto à infância; se não me engano, a infância era um conceito muito recente na época e até então criado. Pois a criança era vista como um adulto desde os sete anos de idade (loucura, não?), que era quando elas conseguiam entender o que os adultos diziam, embora não tivessem maturidade suficiente para discernir o que é adequado ou não.

    Eram contos para proteger, pois até então era meio que uma terra sem lei e que as crianças sumiam, eram mortas e até mesmo comidas em invernos rigorosos e durante extensos momentos de miséria e fome que assolava a Europa.

    Era bizarro porque uma das formas mais eficazes, na época, de se educar uma criança é metendo medo nelas; um exemplo mais atual é você falar que uma criança não pode desobedecer os pais porque, se ela o fizer, será levada pelo Homem do Saco e ser jogada num rio. Quem ensina isso pros filhos não pode falar mal dos irmãos Grimm, na moral. ahuahuuahhua

    Em antropologia e política estudei que esses contos desse tipo entram na esfera íntima da pessoa; isso significa que domina o pensamento como uma espécie de lavagem cerebral. As crianças obedecem, até certa idade, mais pelo medo do que pelo respeito. O que considero inadequado, mas precisamos confessar que não existe uma fórmula mágica para criar seus filhos né.

    Não, Walt Disney não usou rotoscopia!!! ahuauhhuahua você pode achar vários vídeos dele e dos colegas dele desenhando em tempo real os movimentos das personagens dançando e cantando. O que acontece mesmo é que precisam de atores reais para interpretar as cenas, afinal, é praticamente impossível você desenhar sem ter referência – tem que ser muito foda. Se você ver alguns videos da internet verá que Alice no País das Maravilhas foi feito exatamente dessa forma; só olhando e observando os vídeos.

    Hoje em dia os animadores se filmam atuando a cena que precisam animar. Baseado no roteiro da cena, eles conseguem animar seus personagens; só que não existe rotoscopia porque as animações são feitas majoritariamente em 3D e tudo é feito com base de muito estudo, observação e no olhômetro.

    O que existe hoje para auxiliar os animadores são softwares e plugins que indicam as falhas da animação; quero dizer, a animação precisa seguir arcos fluidos de movimento. O software calcula e vê quais são os micromovimentos e milésimos que estão impedindo que a animação seja fluida e tal. Isso é o que tem para o consumidor e estudante comum hoje em dia; a Pixar cria seus próprios softwares e os mantém secretamente dentro da empresa. Às vezes, quando o software que ela está criando se torna obsoleto para ela, ela o torna público e o vende para o consumidor comum.

    Não sendo um software propriamente de animação, ela ofereceu o RenderMan recentemente; que é um software para renderização um pouco antigo que ela usou para Toy Story 3 se não me engano.

    • Olá Paula, acho que esse foi o e-mail/comentário/mensagem mais “entusiasmado” que recebemos!! Obrigado pelo tempo dedicado!

      Muito legal suas colocações, se nós conhececemos antes podíamos ate tê-la convidada

      • Paula Kerner

        Desculpe mesmo pelo enorme texto. Sou muito nerd de animação e essas coisas me deixam animada.

        Vocês são 10, animam minhas tardes no trabalho. Abraços e parabéns pelo trabalho super legal, divertido e criativo. Sempre acabo aprendendo muita coisa nova quando ouço vocês ^^

        • Paula, que desculpa que nada, seu comentário foi ótimo, não deixe de comentar sempre! Pode ser uma palavra ou uma dissertação, sempre legal expandir o podcast para fora do programa, pelas redes sociais, discutir as opiniões… Esse é o ponto. Queria poder fazer um podcast com 100 pessoas! Hehehe

          Obrigado pelas palavras, espero que continue nos acompanhando sempre.. Aliás teve episódio novo hoje. 😉

          Abraços.

    • Acabei de ouvir esse episódio também. Queria acrescentar algo, na questão estética da pequena Sereia / Ursula. Essa questão em si também não me incomodou muito. Se a mensagem subliminar fosse a de que “senhoras gordas são vilãs”, todas as fadas madrinhas seriam fdps. E, pelo contrário, até então, as vilãs de todos os desenhos eram todas magras. A Madrasta da Branca de Neve, inclusive, era até bonita! Eu acho que o que a Disney passa é que quando a pessoa é má, é má independente do peso ou idade. Agora, se esse pensamento maniqueísta é válido ou não, aí já são outros 500….

      • Faz sentido, as fadas são sempre senhoras simpáticas e gordinhas.

      • Paula Kerner

        A Ursula foi baseada numa Drag Queen chamada Divine (que é gorda e fabulosissima). Na época ela era bem famosa e influente. Acho que muitas vilãs tem uma vibe meio diva… A Malévola é linda e tem um make bem agressivo que nem os das Drags! Não sei o motivo… Talvez porque as silhuetas ficam mais bem marcadas e intimidam um pouco mais. rs

        • Rodrigo “Rod” Montaleao

          Oi?? A Ursula foi baseada na Divine?? Caramba… estava na cara e nunca percebi. Cabeça devidamente explodida!!!!

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  • Kauê Santo

    Talvez eu tenha deixado escapar, mas vcs não falaram quase nada sobre A Princesa e o Sapo, da importância da Tiana como a primeira princesa negra e por ela representar o ideal da mulher contemporânea, que trabalha duro pra conquistar os seus sonhos, que não precisa de nenhum príncipe encantado pra nada. Também sobre a cultura negra representada no filme e o fato do filme não ser um sucesso de bilheteria, pelo simples motivo dela ser negra, e que isso aconteceu com quase todas as princesas de etnias diferentes, tirando Aladdin. Eu gostei muito do programa, vocês estão de parabéns! 🙂

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